Perdido com tanta informação? Especialistas garantem que mais por aí…
“Do começo dos tempos até 2008, a humanidade criou 5 exabytes de dados. Agora criamos isso a cada dois dias … e vai ficar pior… Seria preciso oito anos para assistir a todos os vídeos publicados em um único dia.”
Steve Rosembaum – CEO da Magnify e autor do livro “Curation Nation”.
Para pensar :S
Financiamento de Veículos para leigos
Post interessantíssimo sobre financiamento de veículos encontrado no site Empréstimo Hoje: http://www.emprestimohoje.com.br/financiamento-de-veiculo.php
Financiamento de Veículos – Histórico
O financiamento de veículos é a forma mais utilizada para comprar um veículo novo ou usado. No Brasil mais da metada dos veículos zero kilometro vendidos são através do financiamento de veículo.
O financiamento de veículo se tornou extremamente popular com a estabilização da econonomia nos meados dos anos 90, quando a inflação foi controlada. Isso fomentou o mercado de empréstimo, pois os bancos passaram a ter mais segurança de que um surto inflacionário não iria surgir, causando prejuízos para todos.
O cálculo das parcelas do financiamento de veículos é feito, na grande maioria dos casos, utilizando a tabela price com uma taxa pré-fixada.
Encontram-se no mercado financiamentos de veículos com taxas de 0,50% a.m. até 2,50% a.m., dependendo em muitos casos da cara do freguês.
Para se calcular o financiamento do veículo, utilize a seguinte fórmula no Excel:
=PGTO( 2%; 24; 10000)
onde 2% é a taxa de juros ao mês para o financiamento de veículo
24 é o número de parcelas do financiamento do veículo
100000 é o valor financiado do veículo, que no exemplo é de R$ 10.000,00No cálculo acima, o valor da parcela do financiamento do veículo é de 24 parcelas de R$ 528,71.
Taxa de Abertura de Crédito (TAC) para o Financiamento de Veículo
Ao se realizar um financiamento de veículo, cobra-se a TAC. A TAC é um valor fixo que varia de banco para banco e de cliente para cliente.
Dica: recuse-se a pagar a TAC pois todos os bancos possuem procedimentos para a isenção. Geralmente metade do valor da TAC volta para o vendedor do carro, uma operação ilegal chamada de "retorno", muito comum no mercado de financiamento de veículos. Outro "retorno" ocorre quando as taxas negociadas são maiores do que o normal, a chamada tabela cheia. NEGOCIE SEMPRE. E pesquise as taxas também.
Lendas do Financiamento de Veículo
- "Financie seu veículo com taxa zero": Mentira, mentira, mentira. Isso não existe. O valor dos juros estão embutidos no preço da venda.
- "Financie um percentual do seu zero kilometro com taxa zero": Mentira muito utilizada pelas grandes montadoras. Mais uma vez, não existe financiamento de veículo com taxa zero. O valor está embutido no preço.
- "A TAC no financiamento de veículo é obrigatória": Mentira. Negue-se a pagá-la.
- "Nossa taxa para financiamento de veículo não muda conforme o valor financiado": Mentira. quanto maior o valor financiado do veículo, maior a taxa utilizada.
- "Pague fácil em 84 meses": Financiando o veículo desse forma você vai pagar 2 carros…
- "Só aceitamos financiamentos de veículos do banco abc". Mude de concessionária. Urgente!
Dicas para Financiar um Veículo
Sei que posso parecer meio repetitivo, mas essas dicas para realizar um financiamento de veículo valem ouro:
- Tente dar o maior valor de entrada possível;
- Peça isenção da TAC – isso sempre funciona para financiamenos de veículos
- Pesquise as taxas do financiamento do veículo vários bancos
- Não pague o financiamento do veículo em mais do que 24 meses
- Se estão dizendo que a taxa é zero, procure outra concessionária da marca e diga que você não quer financiar o veículo, que você quer pagar à vista. Veja como o preço muda…
- Jamais atrase uma parcela do financiamento do veículo
Robozinho turbinado no Xperia X10, mas…
A Sony Ericsson consegue fazer com que seus ótimos hardwares sejam odiados por negligência e prepotência, achando que irão conseguir transformar o software que já é conhecido mundialmente por sua versatilidade em algo melhor. Com isso demoram a entregar atualizações, deixam seus aparelhos capados e milhares de usuários descontentes. Eu me sinto um mendigo pedindo esmolas na frente de um restaurante, esperando que a qualquer momento a alma venha acalientar meu sofrimento (traduza-se um usuário de Android 2.1 esperando a mais de um ano a atualização para o Android 2.3).
Obviamente, como bom geek, me aventuro no universo desconhecido e temido das ROMs alternativas, dos sites em mandarim e dos tutoriais quase sempre confusos do Youtube, em busca de softwares atualizados para meu Xperia X10. Até recentemente usei uma versão interessante. Na verdade, uma ROM customizada para o X10 de uma customização do Android, chamada Miui.
Puxa. É lamentável que alguns bugs existam, porque a coisa é realmente quente.
Além de um visual incrível, telas bem organizadas e muuuitas opções de personalização, esta ROM conta com o Gingerbread, o Android 2.3.4, muito estável perto de algumas distribuições que encontrei no site XDA Developers, especializado neste tipo de modificação.
Infelizmente, nem tudo são flores na vida de Joseph Klimber. Para desapontar contamos com uma dificuldade tremenda na hora de tirar fotos (eu consegui tirar fotos… um dia), as quedas constantes de conexão Wi-Fi, e os travamentos que tive recentemente, principalmente ao ouvir músicas.
Mas se o desenvolvedor melhorar isso, temos um forte concorrente a sucessor de provedor de atualizações, já que a Sony Ericsson informou que não irá fornecer mais atualizações para este modelo.
Destaques: A bateria dura horrores. Chega a durar 3 vezes mais, me fazendo ficar incríveis 3 dias sem conectá-lo. O player de músicas é fantástico, com recursos que não encontrei em um único player, como letras de músicas, interface amigável e rádios online.
A galeria de fotos dá show, com um fluir comparável ao iPhone, navegador com Flash, temas, toques, enfim, se você gosta de experimentar novidades, vale muito a pena testar e ficar de olho no amadurecimento deste projeto.
A propósito: Testei a versão TripNMiUI “IRIS” 0.2.0 Gingerbread! for Sony Ericsson Xperia X10.
Pode ser que versões lançadas posteriormente sejam corrigidas e melhoradas. Andei vendo alguns previews da versão 0.2.4 que parece estar tão bonita quanto a que testei.
Eu fico sempre trocando entre a versão original e essas versões modificadas. Vou voltar agora para a original para esperar o Gingerbread oficial
.
O que faz um Smartphone ser melhor que outro, se todos fazem as mesmas coisas?
Você já percebeu que praticamente todo dia surge um aparelho novo e revolucionário? E quanto tempo esse produto dura como sendo único no mercado?
Vamos pegar como exemplo nosso bom e sempre presente celular. Primeiro foi sua criação. Logo que se popularizou, isso há pouco mais de dez anos, não demorou mais que um ano para termos uma porção deles, de várias marcas. A seguir, vieram os celulares digitais, com chip, com toque polifônico, com tela colorida, com toques em MP3, câmera fotográfica, duas câmeras, bluetooth, tela sensível ao toque… Bem, isso certamente não vai ter fim. Mas cada uma dessas inovações levaram muito pouco tempo para serem, diria, copiados por seus concorrentes. Hoje, dificilmente ficamos em dúvida por causa dos recursos que um smartphone oferece: todos são iguais, ora!
Mas todos sabemos que, apesar da semelhança de funções e recursos, alguns se destacam. Por quê? Por que alguns smartphones são mais ‘gostosos’ de usar? Obviamente, a qualidade é um fator considerável. Mas por que um aparelho Apple é diferente de um de um Motorola ou um Nokia ou ainda um Sony Ericsson? Todos são consagrados por seus modelos, que usam materiais de altíssima qualidade e têm uma enorme equipe de desenvolvimento por trás.
O pior de tudo é que essas empresas sabem o que falta, mas não conseguem fazê-lo. Todos os equipamentos são eficazes, realizam suas tarefas (ainda que alguns deixem a desejar no quesito qualidade). Pois minha resposta é simples: eficiência. Hoje equipamentos como o iPhone e todos os demais equipamentos Apple são muito mais eficientes em suas funções. E são coisas bobas. Quantos toques na tela você precisa dar para enviar uma mensagem SMS de seu smartphone? Ou ainda, quantos toques para iniciar uma calculadora?
Pois é exatamente aí que quero chegar. Da mesma forma que a resistência que até hoje o Linux tem para ingressar no mercado de fato. É verdade que o Ubuntu teve um avanço considerável nestas últimas versões, mas ainda está longe de um sistema ideal, com pouco cliques, intuitivo a ponto de um ocidental usar naturalmente um computador em mandarim e sem armadilhas, que nos fazem ir atrás de fóruns e documentação para resolver, como por exemplo instalar uma placa de captura de TV Digital.
São coisas assim que me faz pensar que trabalham alienígenas na Apple. Coisas que estão a frente de nossos olhos e qualquer um percebe, que queremos eficiência para realizarmos as coisas, mas poucos tem o dissernimento de promovê-los. Precisamos de aplicações e dispositivos que realizem aquilo que queremos que façam, já que todos fazem, mas façam de forma simples.
Acredito que nos próximos tempos muitas novidades virão, algumas impulsionadas pelos ETs da Apple, outros pelo tardio abrir de olhos de seus desenvolvedores e tornarão as coisas mais simples de serem realizadas. Foco no Ubuntu, mais ainda nos Smartphones do Facebook (isso mesmo!) e menos no Android, de quem esperava revoluções e fiquei decepcionado conservadorismo das últimas versões, como Froyo e Gingerbread.
Toda a batalha exige sacrifícios…
E na busca pela excelência não poderia ser diferente. Nos últimos dias de trabalho tenho sentido na pele o que é isso.
Estou colocando o servidor principal da empresa em ordem. E olha que tem coisa para fazer. Essa semana, resolvi colocar em funcionamento o Sharepoint Services 3. Mas não imaginava que isso ía dar tanto trabalho. Eu queria fazer isso porque a intranet interna está uma droga. Mal configurada, com erros constantes e sem uso.
Quando eu consegui começar a instalar, o que aconteceu depois de muito sacrifício, começaram os problemas. Primeiro, eu precisei desinstalar e instalar uma cópia limpa do IIS. Depois, o programa de instalação acusou que eu precisaria reinstalar o ASP.NET 2.0. Para instalar isso, antes eu precisaria instalar o .Net 3.5, o que resolveu apenas com a reinstalação do último Service Pack.
Feito isso, no final da instalação aparece um erro: Não foi possível criar o banco de dados. Puxa! Agora vou ter que mexer no SQL? Não. Dei uma pesquisada e com uma linha de comando no CMD eu resolvi o problema e consegui ao menos concluir a instalação.
E agora, quem diz que eu consigo acessar emails? Os serviços de envio e recebimento de emails estavam caídos e não tinha viagra que os fizesse levantar. Por que? Eles são componentes do IIS. Eu nem imaginava isso. Solução? Foi fácil achar, mas não gostei: É só reinstalar o Exchange. O quê?
Aham. E para ajudar, um erro sinistro. Depois de tentar disco, por disco, achei o disco de instalação do Windows Server 2003 SBS, coloco para rodar e aparece a mensagem: O SQL Server 2003 precisa do SP3 para funcionar poder continuar a instalação. Eu nunca ouvi falar nessa versão de SQL, mas tudo bem.
Um dia depois e muitas caras feias porque os emails estavam dando erro, descubro que o Exchange está num CD separado. Reinstalei e … FINALMENTE!
O único problema foi que os bancos de dados do Exchange não estavam montando automaticamente. Mas depois de uma pesquisada, descobri que uma opção estava desativada. Ativei ela e tudo funcionou normalmente.
Melhor que isso, o número de erros nos logs de eventos reduziram bastante. Isso me faz acreditar que a ‘saúde’ do sistema ficou melhor após esse rolo todo.
Agora tenho bastante trabalho. O Sharepoint está ativo, aguardando ser configurado. E ainda tenho um pepino para descascar que são algumas páginas antigas que rodavam no IIS do servidor e estão fora do ar.
Em breve publico como ficou.
Não só eu, mas meus colegas também.
Abrir pasta de Downloads do Firefox com o Dolphin
Para usuários normais que usam o Kubuntu, este pequeno ajuste que melhora bastante a usabilidade do Firefox.
Quando você tenta abrir a pasta de downloads do Firefox, ele pergunta com qual programa você quer abrir. Use o programa padrão do Kubuntu, o Dolphin, indicando o seguinte caminho:
usr | bin | dolphin
Eu sei, chega a ser idiota. Mas passei 6 meses usando abrindo o Dolphin manualmente e navegando manualmente até a pasta Downloads porque simplesmente não sabia esse truque.
Te cuida Windows! A qualidade dos concorrentes está melhorando
Sistemas Operacionais baseados em Linux nunca foram amigáveis. Isso até os extremistas defensores do Pinguim concordam. Estes sistemas tem como principal objetivo ser estáveis e seguros, e conseguem isso com eficiência. Mas o preço que se paga por isso é alto. Muito pouco foi explorado destes sistemas com o objetivo de torná-lo usável por pessoas que não entendem nada daqueles comandos em tela preta. Usuários normais (entenda-se usuário normal aquele que não é programador ou quer perder tempo tentando descobrir por que a tela não fica do tamanho que ela quer que fique), querem trabalhar em editores de texto, planilhas, navegar na internet, ler seus emails. Mais que isso, querem ver vídeos, escutar músicas, conversar através de comunicadores instantâneos com suporte a áudio e vídeo, sem gastar tempo com configurações, nem se tornar refém de nerds mercenários ou fóruns que nunca tem a resposta de como fazer as coisas.
Sempre que sai uma nova versão de um sistema operacional destes, vou logo instalando no meu notebook. Fiz o mesmo com o Windows 7, na qual me apaixonei. Realmente a Microsoft fez um belo trabalho, com um sistema visivelmente robusto, bonito, simples de usar. Mas estão cobrando caro por ele. Até acho que não deveriam cobrar tanto, já que sua tecnologia não é nova, mas sim uma evolução dos sistemas anteriores (e olha que abusaram nas muitas oportunidades de errar). Meu notebook aceitou muito bem o Windows 7, mesmo sendo um equipamento defasado, com apenas 1GB de memória e um processador aquém dos simplistas netbooks. Ele não reconheceu muitas coisas mas, como possuía drivers dos Windows XP e Vista, a coisa foi aceitável. Recursos como as bibliotecas e a integração delas em uma rede doméstica, por exemplo, me deixaram sem fôlego. Isso deveria existir a muito tempo. As únicas grandes chateações foram a webcam, que não teve jeito de funcionar, e o vídeo que, apesar de estar com a resolução certa (1280×800 pixels), não aceita a aceleração 3D nem habilitou a porta de vídeo externa (um horror para quem usa projetores). Sem contar que como minha instalação é a versão de testes, veio em inglês e tive que pesquisar bastante para descobrir como mudar o idioma.
Minha nota para o Windows 7: 8,5
Semana passada resolvi testar o novo Ubuntu. Na verdade, não sou adepto do Ubuntu com a interface padrão (chamada Gnome). Sei que ela é a preferida no mundo Linux, mas como meu objetivo é testar a usabilidade e a beleza, meu instinto me guia ao Kubuntu, que usa uma interface mais recente, o KDE 4. Baixei a mídia, gravei e tentei instalar. Tentei uma, tentei duas, tentei três. Na quinta e decididamente última vez, tentei o modo alternativo, já que a inicialização da placa de vídeo nunca dava certo. Desta vez deu. Instalei tudo sem muita dificuldade. Concluída a instalação, tive ainda mais uma dorzinha de cabeça, pois ainda tive que acessar um arquivo de configuração no terminal (a maldita tela preta), para alterar uma configuração. Mas minhas surpresas começaram aí. Fora essa configuração de vídeo, o som, as portas de cartões de memória, rede com e sem fio, bluetooth, tudo funcionando. E mais, ao instalar o Firefox, todas as configurações para assistir vídeos, arquivos flash e demais animações funcionaram bem. Nem tudo são flores. A placa de vídeo, apesar de funcionar como precisava (inclusive a conexão externa), não tem aceleração 3D. E a webcam também não funcionou. Mas todo o restante está 100%. Os gráficos são bons, as configurações são fáceis e muito intuitivas, sem contar que tudo estava em português do Brasil, sem necessitar nenhum ajuste (um milagre para sistemas Linux).
Ainda não testei os recursos de rede de beneficiariam um usuário corporativo, o que os sistemas Linux ainda precisam melhorar muito. Digo isso em relação a integração de sistemas diferentes como Microsoft. Mas confesso que o que vi até agora me motivou a montar novamente meu laboratório de testes e montar uma rede exclusivamente Ubuntu para avaliar.
Minha nota para o Kubuntu 9.10: 7,5
A nota parece baixa, mas não esqueça, o Windows foca usabilidade desde 1989 quando começou a trabalhar com janelas e meio que deixou de lado a segurança. Ano passado o executivo da Ubuntu disse que começariam a melhorar isso em seus sistemas. E grande mérito para o KDE, que está com um sistema muito sólido, comparado a primeira versão do KDE 4, lançado a menos de dois anos.
FAQ sobre kB e kb
Esta é uma dúvida que muitos me perguntam. E não é a toa. Não bastasse o jargão da informática que é extremamente complexo e extenso – até quem é do ramo facilmente se perde nos termos e siglas – esses dois termos andam sempre lado a lado e não querem dizer a mesma coisa. Isso é bastante evidente para quem contrata um plano de internet por exemplo. Por isso, criei um FAQ – puxa! Lá vem ele com siglas – uma lista de questões frequentes, para ajudar a entender.
Afinal, é kb, kB, Kb ou KB?
Na verdade, apenas duas grafias destas são corretas, e cada uma com um significado diferente. O “k” é um prefixo usado antes de uma grandeza, para informar a multiplicidade do valor medido. É padronizado pelo SI, o Sistema Internacional de Medidas. Abaixo segue a tabela que fala sobre isso. Detalhe que o “k” é em grafado em letra minúscula, com letra maiúscula está ERRADA.
|
1B |
1B |
1 Byte |
|
1kB |
1.000B |
1 Kilobyte |
|
1MB |
1.000.000B |
1 Megabyte |
|
1GB |
1.000.000.000B |
1 Gigabyte |
|
1TB |
1.000.000.000.000B |
1 Terabyte |
Então é kb e kB. Mas o que significam então?
Para entendermos isso, precisamos entender antes a diferença entre bit e byte. Bit (ou bite) é o termo usado para algarismos binários, normalmente zeros e uns. Para essa grandeza usamos o “b” minúsculo. O byte (pronuncia-se báit) é um conjunto de bytes e na informática foi convencionado usar bytes contendo sempre 8 bits. Há explicações bem mais detalhadas dos motivos de usar desta forma, mas vamos nos deter por enquanto com essas informações. Assim, podemos afirmar que:
1B = 8b
Com isso podemos diferenciar os dois e a base está formada. Agora é só aplicar a tabela que vimos antes e tudo fará sentido. Quando dizemos que um arquivo tem 150kB, queremos dizer que o arquivo tem 150.000kB. Para tamanhos de arquivos normalmente não usamos o bit.
Já para o tráfego de dados a coisa muda de figura. Os motivos também são extensos e complicados e é por isso que ainda usamos os dois.
Um arquivo tem 2048B mas o Windows diz que tem 2kB. Quem está errado?
A explicação acima é satisfatória para leigos, mas usuários detalhistas provavelmente perceberão que algumas vezes o computador mostra dois valores diferentes para um mesmo arquivo. A explicação é mais técnica, mas pode ser explicada sem muita dificuldade. O computador trabalha sempre na base dois, do bit – e por isso se fala muito em binários na informática. Quando o Windows fala que um arquivo tem 1kB, na verdade ele está arredondando o tamanho real daquele arquivo, que na verdade tem 1024B. Calcular através desta multiplicidade requer muito menos recursos computacionais e torna o calculo rápido, para uma informação que quase nunca é crucial para o usuário comum. Mas é extremamente importante para administradores e arquitetos de sistemas de informática.
|
1² = 1 |
|
2² = 4 |
|
4² = 8 |
|
8² = 16 |
|
16² = 32 |
|
32² = 64 |
|
64² = 128 |
|
128² = 256 |
|
256² = 512 |
|
512² = 1024 |
Contratei o 1 mega de banda larga. Por que meus downloads nunca chegam a essa velocidade?
Na verdade, você contratou 1Mbps (ou 1 megabit por segundo). Quando fazemos o download de um arquivo, por exemplo, o navegador mostra uma tela e informa a velocidade do download, em kBps (kilobytes por segundo) ou MBps (megabytes por segundo). Para saber a capacidade máxima que você conseguirá fazer downloads, basta dividir a banda contratada por 8. Por exemplo:
1Mbps = 125kbps
Mas mesmo assim, nunca chego a velocidade que deveria chegar. Isso é normal?
Bom, se a coisa até aqui já era nebulosa, aqui complica de vez. Muitos motivos existem para sua velocidade não chegar a velocidade que supostamente você contratou. A mais comum é que você provavelmente nunca chegará, porque no contrato que você assinou havia uma clausula deixando claro qual a garantia de banda eles assegurariam para você. E não se assuste se encontrar algo em torno de 10%. Sim! Algumas operadoras deixam claro no contrato que elas garantem só 10% da banda oferecida. Há planos especiais onde 80%, e até 100% da banda são atendidos, mas normalmente são caríssimos e inviáveis, ao menos para usuários domésticos.

